Visão
As pessoas e suas formas de
organização (famílias, comunidades e empresas) são
os verdadeiros agentes de promoção do desenvolvimento econômico
e do avanço tecnológico que está transformando rapidamente
o nosso planeta numa aldeia global. A história do tempo presente
parece conduzir os homens para uma vida cada vez mais ecumênica
e coletiva, no entanto, perguntamo-nos, será o homem meramente
o produto de suas relações de trabalho e produção?
Com a crescente interdependência
de todos, o bem estar da humanidade necessita cada vez mais de uma consciência
e liberdade pessoais que permitam uma verdadeira ação cooperativa
em nível local, regional, nacional e internacional. Mas é
fundamental que exista uma consciência cultural; é fundamental
que saibamos quais culturas e valores deverão prevalecer nesse
imenso espaço intelectual – a pessoa humana é mais
do que aquilo que faz ou produz; ela não pode e não deve
ser reduzida a estatísticas, sendo transformada num servo do Estado
ou numa engrenagem do Mercado.
Todas as ações
humanas eficazes surgirão dessa tomada de consciência, e
terão como conseqüência o desenvolvimento e prosperidade
de cada pessoa. Esse ambiente bem-sucedido permitirá que metas
como a preservação do meio ambiente, do patrimônio
cultural, a promoção dos direitos humanos, a caridade efetiva,
a responsabilidade dos pais pela escolha pedagógica e educacional
dos filhos menores, a redução da carga tributária
e conseqüente redução da pobreza, façam parte
do dia-a dia das pessoas num esforço conjunto de realizar o sonho
de “menos Estado e mais Sociedade”; um país de melhores
práticas sociais e de instituições mais confiáveis,
em suma, um país mais livre, próspero, justo e virtuoso.
Para o sonho se tornar realidade,
a participação e interação dos setores cultural,
religioso, acadêmico e empresarial se torna crucial pela capacidade
criadora, pela possibilidade de captar recursos humanos e financeiros,
bem como pela liderança que cada um deles exerce nas suas áreas
de atuação.
Tais setores são poderosos
agentes de mudança e devem refletir o respeito pelo infinito valor
de cada pessoa humana e servir de exemplo, por intermédio de suas
práticas, para as futuras gerações. Ao adquirir respeito
pelas pessoas, nossos colaboradores ganham o respeito e a admiração
das comunidades que são impactadas por suas atividades, passando
a ser gratificadas com o reconhecimento de seus trabalhos e/ou produtos,
pelo engajamento dos colaboradores e/ou pela preferência dos consumidores.
Estamos num momento em que
diversos setores da sociedade estão redefinindo seus papéis
e não podemos deixar de acrescentar nessa agenda a experiência
da dignidade, do valor e da ação humanas como fundamento
de uma estrutura comunitária que afirme a singularidade de cada
pessoa humana, permitindo sua plena participação na ordem
social.
A Ética Personalista
e seus desdobramentos filosóficos, culturais, econômicos
e legais, com sua proposta radical de valorização do humano,
estão se tornando cada vez mais fator determinante de sucesso no
mundo acadêmico e empresarial internacional.
Ao trazer essa proposta de
vanguarda para todos os cenários culturais de língua portuguesa,
o Centro Interdisciplinar de Ética e Economia Personalista abre
novas perspectivas para o surgimento de um mundo mais humano, economicamente
mais próspero e socialmente mais justo para as novas gerações,
pretendendo ser o recurso intelectual mais respeitado, por propor uma
mudança de paradigma, além de ser reconhecido internacionalmente
pela qualidade de seus programas.
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